Após uma ligação de um estranho, a história de amor recente de uma mulher se transforma em um drama – História do dia

“Todos os homens são mentirosos.” Com essas palavras, Violet encerrou seu programa de rádio. Suas experiências de vida e as inúmeras histórias que ouviu de seus ouvintes provaram isso. Mas, um encontro com um colega de trabalho a fez questionar sua crença. Após uma ligação de um estranho, ela se convenceu de que estava certa o tempo todo.

Violet sentou-se confortavelmente em sua cadeira, inclinando-se ligeiramente em direção ao microfone no estúdio aconchegante e mal iluminado de uma estação de rádio local.

O zumbido suave do equipamento e o leve zumbido das luzes do painel de controle lançavam um brilho quente e dourado pela sala.

Em frente a ela estava James, seu co-apresentador, com uma postura mais relaxada, os dedos batendo ritmicamente na mesa enquanto ouviam a voz crepitando pelos alto-falantes.

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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“Ele está se afastando de mim…” A voz de Susan tremeu, e um soluço abafado saiu.

“Não sei o que fazer. Nós mal conversamos mais. Nunca pensei que recorreria a um programa de rádio para pedir conselhos, mas não tenho mais ninguém que ouça.”

Violet ajustou seus fones de ouvido e sua expressão se suavizou.

“Não se preocupe, Suzy, certo? Esse é seu nome?”

Sua voz era calma, como o ritmo constante de um batimento cardíaco, oferecendo conforto em meio à estática.

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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“Sim, é Susan”, confirmou a pessoa que ligou, com a respiração entrecortada.

“Bem, Suzy, é por isso que temos este segmento — para ajudar pessoas como você com dificuldades de relacionamento. Obrigada por compartilhar sua história. É corajoso da sua parte.”

Susan hesitou antes de perguntar: “Então… o que você acha que eu deveria fazer, Violet?”

Violet se endireitou na cadeira, seu tom era áspero, mas controlado.

“A mesma coisa que eu sempre digo — esqueça-o. Ele está te traindo ou te enrolando. De qualquer forma, você merece algo melhor.”

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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James levantou a cabeça de repente e levantou uma sobrancelha para ela.

“Violet, talvez não devêssemos tirar conclusões precipitadas. Pode ser qualquer coisa — estresse no trabalho, problemas pessoais. Talvez ele não saiba se comunicar.”

Violet lançou-lhe um olhar de soslaio.

“Ou talvez ele tenha uma amante,” ela disse secamente. “Não vamos adoçar a pílula. Todos os homens são mentirosos.”

A tensão pairou por um momento, mas Violet rapidamente se voltou para o microfone, com seu sorriso profissional firme no rosto.

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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“Obrigada por sintonizar, pessoal. Aproveitem a próxima música.” Ela apertou o botão, desligando os microfones.

A música encheu o estúdio, e Violet se recostou, com um leve sorriso nos lábios.

James, no entanto, balançou a cabeça levemente, sem saber se deveria recuar ou deixar passar.

As luzes do estúdio diminuíram um pouco quando o silêncio do fim do turno caiu sobre a sala.

Violet juntou suas coisas: seu caderno, fones de ouvido e um cachecol grande que ela colocou sobre o ombro.

Ela se movia com sua eficiência habitual, mas sua mente já estava no conforto do lar e em uma xícara de chá quente.

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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James permaneceu perto do console, transferindo o peso do corpo de um pé para o outro.

Seu comportamento descontraído usual parecia ausente, substituído por um nervosismo perceptível. Finalmente, ele se aproximou, limpando a garganta.

“Você foi implacável com os homens hoje, como sempre”, ele disse, lançando-lhe um sorriso tímido. Sua tentativa de humor foi recebida com uma sobrancelha levantada.

Violet fez uma pausa e olhou para ele.

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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“Você está aqui há seis meses, James”, ela respondeu categoricamente. “Achei que você já tivesse descoberto o que nosso público espera.”

“Então é só para audiência?” James perguntou, inclinando a cabeça.

“Você realmente não acredita em tudo isso?”

Violet deu de ombros, sua expressão era ilegível.

“Eu nunca disse isso. O que você quer, James? Eu estava prestes a ir para casa.”

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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James esfregou a nuca, olhando para qualquer lugar, menos para ela. “Bem, uh… Eu estava querendo perguntar…” Suas palavras sumiram enquanto sua confiança vacilava.

“Desembucha”, Violet disse, sorrindo levemente, divertida com a estranheza dele. “Falar é suposto ser o seu trabalho.”

Ele riu nervosamente, seu rosto corando. “Você, hum… gostaria de ir a um encontro comigo?”

“Um encontro?” Violet piscou, pega de surpresa. “Tipo um encontro-encontro?”

“Sim. Exatamente. Há um ótimo lugar aqui perto que acho que você gostaria.”

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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Violet hesitou, mudando a bolsa de lugar no ombro. “James, você sabe que eu não sou muito fã de encontros.”

“Porque você acha que todos os homens são mentirosos, certo?” James provocou. Seu tom era leve, mas ousado. “Deixe-me provar que nem todos nós somos tão ruins. Alguns de nós são, em sua maioria, honestos.”

“Na maioria?”, Violet repetiu, rindo apesar de si mesma. “Bem. Mas não espere milagres.”

“Isso é bom o suficiente para mim”, disse James, seu sorriso aumentando enquanto ele pegava seu casaco.

O pequeno restaurante parecia uma joia escondida, o tipo de lugar que você nunca encontraria a menos que alguém lhe mostrasse.

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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A luz de velas tremeluzia em todas as mesas, lançando tons quentes e dourados pelo ambiente enquanto as notas suaves do jazz ao vivo pairavam no ar.

Os músicos, escondidos em um canto, tocavam como se fizessem parte do coração da sala, e suas melodias suaves faziam o espaço parecer vivo e relaxante.

James puxou uma cadeira para Violet, seus movimentos naturais, sem força. Violet levantou uma sobrancelha, mas não conseguiu evitar um pequeno sorriso enquanto se sentava.

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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“A cavalaria não morreu, pelo que vejo”, ela brincou.

“Bem, eu tento”, disse James com um sorriso, sentando-se em frente a ela.

Violet olhou ao redor, observando o ambiente aconchegante.

“Este lugar é encantador”, ela admitiu. “Eu não sabia que lugares como este ainda existiam.”

“A julgar pela sua expressão, você não costuma ir a lugares como esse”, disse James, inclinando-se ligeiramente para a frente, com um tom brincalhão.

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“Eu não saio com frequência para encontros, isso é certo”, respondeu Violet, alisando o guardanapo no colo.

“Sério? Difícil de acreditar. Uma apresentadora de rádio e uma beleza dessas? Você deve ter admiradores.”

As bochechas de Violet ficaram rosadas e ela acenou para ele ir embora.

“Pare com isso. Eu costumava namorar, mas desisti há muito tempo. Sempre pareceu uma perda de tempo.”

James inclinou a cabeça, curiosidade brilhando em seus olhos. “Por que isso?”

Violet hesitou antes de responder.

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“Depois de lidar com traição, mentiras e ouvir todas essas histórias no programa… É difícil acreditar no amor hoje em dia.”

A expressão de James se suavizou.

“Bem”, ele disse gentilmente, “nem todos nós somos tão ruins”.

“Todo homem diz isso”, Violet suspirou, recostando-se na cadeira.

James riu, mas não insistiu mais. Em vez disso, ele começou a compartilhar uma história sobre sua infância, pintando imagens vívidas de suas aventuras desajeitadas que fizeram Violet rir.

A conversa mudou naturalmente de anedotas engraçadas para reflexões mais profundas sobre suas vidas.

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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Violet se viu relaxando de uma forma que não esperava, baixando a guarda a cada risada compartilhada.

“Viu?” James disse, sorrindo enquanto ela enxugava as lágrimas de riso. “Não é tão ruim passar um tempo comigo, não é?”

“Não se precipite”, respondeu Violet, embora seu sorriso traísse suas palavras.

James se levantou, gesticulando em direção ao banheiro. “Eu já volto. Mas quero ouvir o resto da sua história sobre o pássaro quando eu voltar.”

“Depressa, senão vou esquecer”, gritou Violet, ainda rindo enquanto tomava um gole de água.

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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O telefone dela vibrou na mesa, interrompendo seus pensamentos.

Ela franziu a testa ao ouvir o número desconhecido e hesitou, mas a curiosidade levou a melhor.

“Olá?” ela respondeu.

“Olá, aqui é Jane”, disse uma voz hesitante do outro lado da linha.

“Desculpe ligar tão tarde, mas James não voltou para casa, e seu número foi o único que consegui encontrar. Ele está com você?”

“Jane?”, Violet perguntou, sua voz repentinamente tensa. “Você é irmã dele?”

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“Irmã? Não, eu sou a namorada dele,” Jane respondeu bruscamente, as palavras cortando o ar como uma faca.

Violet congelou, o calor da noite se esvaindo. Seu coração batia forte enquanto as palavras de Jane ecoavam em seus ouvidos.

Sem responder, ela desligou, com as mãos tremendo.

Ela pegou sua bolsa, cachecol e casaco e saiu rapidamente do restaurante, deixando para trás a luz de velas, a música e o homem que ela achava que poderia ser diferente.

No dia seguinte, na estação de rádio, Violet entrou no estúdio com seu passo rápido de sempre, seu cachecol frouxamente enrolado no pescoço.

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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Sua expressão, no entanto, era tudo menos usual. Era fria, distante — como uma porta batendo.

Ela evitou contato visual com James, que já estava no painel de controle, ajustando os níveis e cantarolando baixinho para si mesmo.

“Ei, Violet,” James chamou, sua voz leve. Ele olhou para cima com um sorriso, mas ele vacilou quando ela passou por ele sem nem mesmo olhar.

“Eu estava preocupado com você ontem à noite. Você foi embora tão de repente. Eu tentei te ligar—”

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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“Estou bem,” Violet interrompeu, seu tom afiado e cortante. Ela não parou de se mover, colocando sua bolsa no chão com força deliberada.

James franziu a testa e deu um passo cauteloso em sua direção.

“Eu fiz algo errado?” ele perguntou hesitante, sua voz mais baixa agora.

“Você me diz,” ela retrucou, finalmente encontrando os olhos dele, seu olhar gélido. “Ou talvez pergunte a Jane.”

O nome o atingiu como um tapa, e sua testa franziu. “Jane? Como você a conhece?”

“Sua namorada me ligou,” ela disse friamente. “Ela queria saber quando você estaria em casa. Não se preocupe — eu não te segurei por muito tempo.”

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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“Violet, espere…” James começou, com as mãos levantadas como se quisesse impedir a tempestade invisível que se formava entre eles.

“Mais uma palavra”, interrompeu Violet, sua voz cortando a sala como uma lâmina, “e você estará procurando um novo emprego.”

James congelou, sua boca entreaberta, então a fechou. Ele assentiu rigidamente e retornou ao seu assento, seus ombros caindo levemente.

O dia se arrastou em um silêncio gelado.

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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No meio da tarde, Violet notou algo estranho. James não parecia um homem pego em uma mentira; ele parecia genuinamente chateado.

Seu rosto estava pálido, sua expressão distante, como se o peso do mundo estivesse sobre seus ombros.

A curiosidade a corroía. No fim do dia, ela se viu seguindo-o enquanto ele saía do prédio.

Perto da entrada da estação, uma jovem mulher estava esperando. Seus braços estavam cruzados, sua expressão era uma mistura de raiva e desespero.

“James! Precisamos conversar!” a mulher gritou, se aproximando.

Apenas para fins ilustrativos. | Fonte: Midjourney

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James parou abruptamente e suspirou. “Não temos nada para conversar, Jane,” ele disse, sua voz firme, mas cansada. “Eu já te disse antes — terminamos. Já faz meses! Por que você não deixa isso pra lá logo!?”

“Mas eu te amo! Ninguém mais vai te amar do jeito que eu te amo! Nem mesmo aquela sua colega de trabalho!” Jane gritou, sua voz embargada.

“Chega!” James retrucou. “Por causa das mentiras que você contou a ela, Violet nem olha para mim. Já chega, Jane. Fique fora da minha vida.”

Jane começou a chorar, seus ombros tremendo enquanto ela implorava pela última vez, mas James não se mexeu.

Finalmente, ela subiu no carro e foi embora, deixando James sozinho. Ele afundou nos degraus do prédio, enterrando o rosto nas mãos.

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Violet hesitou antes de dar um passo à frente. “James…” ela disse calmamente. “Eu ouvi tudo.”

Ele olhou para cima, seus olhos cansados, mas calmos. “Agora você sabe o que eu estava tentando explicar,” ele disse.

“Sinto muito,” Violet disse suavemente, sua voz cheia de arrependimento genuíno. “Mas você pode me culpar por presumir o pior?”

“Não. Mas não são só os homens que podem mentir, como você pode ver.”

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Ela conseguiu dar um leve sorriso, suas defesas enfraquecendo.

“Talvez não. Devemos tentar isso de novo?”

James se endireitou, um toque de esperança retornando ao seu rosto.

“Por que não?” ele respondeu, um pequeno sorriso puxando seus lábios. “Afinal, esta noite já foi cheia de surpresas.”

Diga-nos o que você acha dessa história e compartilhe com seus amigos. Pode inspirá-los e alegrar o dia deles.

Se você gostou desta história, leia esta: Todo ano, Sarah tinha que inventar uma nova desculpa para explicar à sua família por que eles não iriam visitá-la. “Não vou perder um feriado de família por causa dos seus pais!”, seu marido Peter sempre insistia. Mas desta vez, Sarah se manteve firme e defendeu seus valores familiares. Leia a história completa aqui .

Businessman Loses All Hope After His Diagnosis, but One Hospital Encounter Changes Everything — Story of the Day

When a workaholic businessman receives devastating news about his health, he meets a young boy in the hospital who changes his outlook on life. Their bond grows through unexpected friendship and small acts of kindness, teaching him what truly matters—until a heartbreaking twist reshapes everything.

Andrew, 50, sat at his desk, shuffling through papers while juggling scheduling meetings with his partners.

For illustration purposes only. | Source: Midjourney

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He didn’t hear Michael, his assistant, enter the room. Michael stood there, waiting. After a few moments, he cleared his throat.

No response. Andrew kept working, his focus sharp. Michael tried again. “Mr. Smith.” Still no answer. He repeated his name three more times.

Finally, Andrew slammed his hands on the desk and snapped, “What?”

Michael didn’t flinch. “You asked me to tell you if your ex-wife called.”

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Andrew groaned and rubbed his temples. “How many times do I have to tell you? Ignore her calls. What now?”

Michael held a notepad. “She left a message. I should warn you—it’s a direct quote. Her words, not mine.” He read from the note. “‘You pompous jerk, I will never forgive you for wasting so many years of my life. If you don’t give me back my painting, I’ll smash your car.’ That’s the message.”

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Andrew’s face turned red. “We’ve been divorced for two years! Does she not have anything better to do?”

Michael looked at him, waiting for further instructions. “Should I respond to her?”

“No! And stop taking her calls,” Andrew said. Then he paused. “Actually, tell her I threw that painting in the trash!”

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Andrew grabbed a pen and hurled it toward the wall. Michael ducked slightly, gave a polite nod, and left the room.

Moments later, Andrew’s phone rang. He frowned, picking it up.

“Andrew Smith?” a voice asked.

“Yes. Who’s calling?”

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“This is the hospital. Your test results are ready. The doctor wants to see you.”

“Can’t you just tell me now?” Andrew said, irritated. “I’m busy.”

“Sorry, sir. The doctor will explain in person.”

Andrew sighed heavily. “Fine. I’ll come in.” He hung up, shaking his head.

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Andrew rarely allowed himself the luxury of a lunch break, but this time was different. The doctor’s office was quiet, the ticking clock on the wall the only sound.

Andrew sat stiffly in a chair, his fingers tapping against the armrest. When the door opened, the doctor stepped in, his face serious. Andrew frowned, sensing bad news.

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The doctor sat across from him and spoke in a steady, measured tone, using terms Andrew didn’t understand.

Then came the word—cancer. “We need to act fast,” the doctor said.

“Is this some kind of joke?” Andrew asked, his voice sharp. “I own a company. I can’t just check into a hospital.”

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The doctor met his eyes. “Your health should come first. The company can wait.”

Andrew leaned forward. “What are my chances of getting better?”

“I can’t promise anything,” the doctor said. “Starting treatment right away is critical.”

Andrew’s voice rose. “Can I still work while I’m here?”

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“Treatment affects everyone differently,” the doctor explained. “You will stay in the hospital so we can monitor you. Someone can bring you a computer.”

Andrew frowned and stood up. “Fine. I’ll sort it out.”

The doctor watched him leave. “We’ll see you tomorrow with your things,” he said before Andrew reached the door.

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As Andrew walked through the hospital’s pediatric wing, he noticed a boy, about eight years old, tossing a ball back and forth with a nurse.

The sound of their laughter echoed in the corridor. The ball suddenly rolled across the floor and stopped near Andrew’s feet.

“Excuse me, sir!” the boy called out, smiling. “Can you please throw the ball back?”

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Andrew picked up the ball, his face tense. Without a word, he hurled it down the hall, far from the boy and nurse, then turned and walked away.

“That was mean, sir!” the boy shouted.

Andrew had been in the hospital for days that felt like weeks. He tried to keep working, setting up his laptop and pushing through meetings.

But the treatment was draining. Each session left him weaker. The nausea was constant, and sleep was nearly impossible.

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One afternoon, during another long chemotherapy session, Andrew leaned back, his eyes half-closed. He felt miserable.

Suddenly, a small voice broke through his fog. He opened his eyes to see a boy standing in front of him. Startled, Andrew flinched. The boy giggled. It was the same boy from the corridor.

“What do you want, kid?” Andrew mumbled, not even lifting his head.

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“I’ve been walking around the hospital looking for someone to play with. It’s boring here.”

Andrew glanced at him, annoyed. “What’s your name?” he asked.

“Tommy,” the boy replied with a wide grin.

Andrew sighed. “Listen, Tommy. I’m not in the mood to play. Go bother someone else before I start feeling worse.”

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Tommy didn’t move. Instead, he reached into his pocket and pulled out a small peppermint candy. He held it out to Andrew. “This helps with nausea. You should try it.”

Andrew hesitated, then snatched the candy and set it on the table.

“You’re really grumpy!” Tommy said, laughing. “I’m going to call you Mr. Grouch. Are you mad because you’re scared of needles?” He pointed at the IV attached to Andrew’s arm.

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Andrew frowned. “I’m not scared of anything.”

Tommy nodded. “That’s fine. I was scared at first too, but then I stopped. My mom says I’m a superhero. Do you have a superpower?”

“No,” Andrew said, his voice flat.

“That’s because you’re too sad,” Tommy replied, his tone serious now.

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Andrew looked at the boy, surprised by the honesty in his big, bright eyes. “Is there anything you want?” Andrew asked.

Tommy grinned. “Yeah. I want to buy flowers for my mom. She works really hard, but I don’t have any money.”

Andrew sighed again, reached for his wallet, and pulled out a few bills. “Here. Get your flowers. Maybe buy yourself something too. But leave me alone.”

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Tommy’s face lit up. “Thanks, Mr. Grouch!” He ran out, clutching the money, while Andrew stared at the peppermint candy on the table.

With a sigh, he picked it up, unwrapped it, and popped it into his mouth. To his surprise, the sharp sweetness helped ease the nausea. It wasn’t much, but it made a difference for a while.

That evening, as Andrew stared at his laptop, a nurse knocked on his door.

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She carried a small paper bag. “This is for you,” she said, placing it on the table. “Tommy sent it.”

Andrew opened the bag and found it full of peppermint candies. He shook his head, unsure whether to feel amused or moved.

The next morning, he decided to find Tommy. He needed to make one thing clear: the money wasn’t a gift.

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As he approached Tommy’s room, he saw a woman leaning against the wall, her shoulders shaking. She was crying.

“Are you okay?” Andrew asked, his voice low.

The woman wiped her eyes quickly and looked up. “Yes… Did you need something?”

“Tommy gave me some candies yesterday,” Andrew said.

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The woman’s lips curved into a small smile. “Oh, so you’re Mr. Grouch,” she said.

Andrew raised an eyebrow. “My name’s Andrew,” he replied.

“I’m Sara,” she said. “Are you here for treatment too?”

Andrew nodded.

“Then you understand,” Sara said quietly. “The bills, the stress. I can’t even pay rent right now. They told me we’ll be evicted in two months.”

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Andrew nodded again, unsure of what to say. Before he could respond, the door burst open. Tommy ran out, his face lighting up when he saw Andrew. “Hey, Mr. Grouch!” he called, grinning ear to ear.

From that day forward, Tommy became a constant presence in Andrew’s life.

The boy would wander into Andrew’s room with a big grin and endless energy. At first, Andrew found it annoying, but Tommy’s persistence wore him down.

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Soon, Andrew began looking forward to the visits. Tommy taught him to notice the simple joys in life.

They sat by the window, watching the sunset, guessing the colors in the sky. They played harmless pranks on nurses, earning scolding looks and stifled smiles.

Sometimes, they “borrowed” wheelchairs and raced down the halls, laughing until their sides hurt.

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Andrew didn’t ask about Tommy’s illness. He wasn’t sure how to bring it up. One afternoon, Tommy mentioned Sara had been crying again. “She’s worried about money,” Tommy said. “We might lose our house.”

Andrew quietly gave Tommy an envelope of cash. “Tell her it’s from a magician,” he said.

When Sara tried to return the money, Andrew waved her off. “I’m not a magician,” he said. “I don’t know where it came from.”

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Weeks passed. Andrew’s treatments worked, and the day came when the doctor gave him the news—he was cancer-free.

Ecstatic, Andrew rushed to share it with Tommy. But when he arrived, Tommy was unconscious, Sara sitting beside him, tears streaming down her face.

“What happened?” Andrew asked, his voice barely above a whisper.

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Sara wiped her eyes and shook her head. “The doctors said there’s nothing more they can do.”

Andrew stared at her, struggling to process the words. “But… he seemed so happy. He always smiled. I thought he was improving.”

Sara looked at him, her face full of pain. “He didn’t want you to see how sick he was. He wanted to be strong for you. He thought he was a superhero.”

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Andrew’s chest tightened. “I’m so sorry.”

Sara managed a faint smile through her tears. “Don’t be. He said you saved him. These months, you gave him laughter and hope. You made him forget about being sick.”

Andrew shook his head slowly. “No. He’s the one who saved me.”

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He stepped closer and wrapped his arms around her in a gentle hug. She cried quietly against his shoulder, and though Andrew wished he could take her pain away, he knew nothing would ever truly ease it.

That night, Tommy passed away peacefully, surrounded by the love of his mother and the memories he had made.

Andrew sat alone in his room afterward, overwhelmed by the loss. Andrew couldn’t bear the thought of such a bright soul being forgotten.

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Determined, he started a foundation in Tommy’s name to help sick children, ensuring his kindness would live on.

He also stayed in touch with Sara, offering her support in every way he could.

One afternoon, Andrew stood at his ex-wife’s door, holding the painting she had demanded for so long. She opened the door, her mouth ready to hurl accusations, but Andrew silently handed her the painting.

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“I’m not here to argue,” Andrew said, his tone calm as he held out the painting.

His ex-wife frowned, puzzled. “What is this supposed to mean?” she asked.

“Nothing important,” Andrew replied, a small smile forming. “I’m just making sure I keep my superpowers.” Without waiting for a response, he turned and walked away.

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If you enjoyed this story, read this one: Taking care of Mom was hard enough without the tension with my sister. Accusations flew when precious things started disappearing. I thought I knew who was to blame, but the truth shattered my world. Betrayal came from where I least expected, leaving me questioning everything—and everyone—I trusted.

This piece is inspired by stories from the everyday lives of our readers and written by a professional writer. Any resemblance to actual names or locations is purely coincidental. All images are for illustration purposes only. Share your story with us; maybe it will change someone’s life.

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